O seu portal de corrida de rua

Aguarde, carregando...

Domingo, 31 de Maio 2026

Notícias/Saúde

Fenilcetonúria: nutricionista une esporte e experiência pessoal para ajudar pacientes com restrições alimentares

Corredora e vegana, ela usa a própria vivência para orientar pacientes e mostrar que é possível unir saúde, esporte e qualidade de vida mesmo diante dos desafios impostos pela doença

Fenilcetonúria: nutricionista une esporte e experiência pessoal para ajudar pacientes com restrições alimentares
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

A nutricionista Ingrid Moutinho encontrou na corrida uma aliada importante no controle da fenilcetonúria (PKU), condição metabólica rara que exige alimentação bastante restritiva e acompanhamento constante. Corredora e vegana, ela usa a própria vivência para orientar pacientes e mostrar que é possível unir saúde, esporte e qualidade de vida mesmo diante dos desafios impostos pela doença.

Segundo Ingrid, a corrida entrou em sua rotina inicialmente como uma estratégia para melhorar as taxas de fenilalanina no sangue. Com o tempo, o esporte passou a representar também bem-estar, autonomia e equilíbrio.

“Eu comecei a correr inicialmente com um objetivo muito ligado à minha saúde. Entendi que a atividade física poderia ser uma aliada importante nesse processo”, afirmou.

Publicidade

Leia Também:

Diagnosticada ainda na infância, Ingrid convive com adaptações alimentares desde os 9 anos. Mas foi após a formação em Nutrição que ela passou a enxergar a alimentação de forma ainda mais estratégica, inclusive para a prática esportiva.

“A nutrição deixou de ser apenas uma restrição e passou a ser uma ferramenta de autonomia, performance e cuidado. É literalmente levar a ciência para a pista”, destacou.

Antes dos treinos, ela prioriza alimentos que garantam energia e boa digestibilidade. Durante as atividades, ajusta hidratação e reposição de carboidratos conforme intensidade e duração. Já no pós-treino, o foco é a recuperação, sempre respeitando as necessidades específicas da PKU.

Além da experiência pessoal, Ingrid também leva para os atendimentos a sensibilidade de quem conhece, na prática, os desafios de uma alimentação restritiva. Grande parte dos pacientes acompanhados por ela possui restrições alimentares e segue estilo de vida vegetariano ou vegano.

Para a nutricionista, a fenilcetonúria exige responsabilidade e disciplina, mas não limita sonhos ou capacidades.

“É possível estudar, trabalhar, praticar esportes, construir uma carreira e viver com qualidade de vida. O que muitas vezes limita mais é a falta de informação e de compreensão da sociedade”, concluiu.

Comentários:
Corre Bahia

Publicado por:

Corre Bahia

O seu portal de corrida de rua

Saiba Mais
WhatsApp Corre Bahia
Envie sua mensagem, estaremos respondendo assim que possível.
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR