O triatleta baiano Rafael Rizzato escreveu mais um capítulo de sua história na corrida de rua ao conquistar, no último fim de semana, o tricampeonato dos 10 quilômetros da Track&Field Run Series Villa Forma, em Salvador. Parceiro da academia Villa Forma, onde realiza parte importante de sua preparação física e os treinos de natação, o atleta destacou a importância especial da prova em sua trajetória.
“É muito importante para mim, até porque tenho o apoio da Villa Forma. É onde faço meus treinos de academia e, principalmente, de natação. Representar a corrida deles tem um peso, mas eu levo isso como estímulo. Cada edição é mais especial porque você consegue defender o seu título”, afirmou.
Com uma carreira consolidada no triathlon, Rizzato explica que as provas de corrida de rua desempenham papel fundamental em sua preparação. Segundo ele, a corrida é decisiva dentro da modalidade.
“No triathlon, a gente costuma dizer que quem não nada não está na prova e quem não corre não ganha a prova. A corrida é o que define o resultado. Essas competições de rua ajudam muito no treinamento específico e no desempenho dentro do triathlon”, destacou o atleta, que já conquistou títulos em provas de longa distância e uma medalha de bronze no Mundial de Duathlon, na Espanha.
Além da vitória, Rafael ressaltou o crescimento da corrida de rua e o impacto positivo do esporte na qualidade de vida das pessoas. Para ele, mais do que desempenho, as provas representam saúde, convivência e superação.
“A corrida está tomando uma proporção muito grande, e isso é importante para a nossa saúde. A gente encontra amigos, dá risada, se supera e compartilha experiências. O esporte também precisa ser visto como bem-estar, felicidade e celebração da vida”, disse.
Questionado sobre o segredo para manter a regularidade e seguir vencendo, o tricampeão foi direto: disciplina e boas companhias.
“Não existe fórmula secreta. É ter pessoas boas ao nosso lado, que nos apoiem, e manter a disciplina no dia a dia. Nem sempre vamos ganhar, mas precisamos saber lidar com as derrotas e sair mais fortes. O que importa é levar essas memórias para o resto da vida”, concluiu.

Corre Bahia
Comentários: